Carros do Emerson

5 de ago de 2011

Lotus 49C (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1970.

Dia 18 de Julho de 1970, Grande Prêmio da Inglaterra, circuíto de Brands Hatch, Emerson Fittipaldi fazia sua estréia na Fórmula 1 a bordo do Lotus 49C número 28.

Mesmo largando nas últimas posições (21º), com um carro já superado e contando como experiência anterior em Fórmula 1 somente um teste realizado em 8 de Junho daquele ano e dois treinos, ambos em Silverstone, Emerson andou forte. Fez algumas ultrapassagens e disputava posição com François Cévert, companheiro de Jackie Stewart na equipe de Ken Tyrrel, quando perdeu a quarta marcha. Como não adiantava parar nos boxes, continuou na pista e passava direto de terceira para quinta marcha. Mesmo assim chegou em 8º lugar, com duas voltas menos, dentre os 10 pilotos que completaram a prova.

Aquele 21º Grande Prêmio da Inglaterra, há mais de 40 anos, representou um marco que transformaria a história do automobilismo do Brasil, que com a estréia de Emerson, colocou o país na categoria máxima do automobilismo mundial.

Chico Landi, Gino Bianco (italiano radicado no Brasil desde a infância), Fritz D'Orey e Hernando da Silva Ramos (franco-brasileiro) já tinham se aventurado na década de 50, mas foi com Emerson Fittipaldi que o Brasil entrou em definitivo para a história da Fórmula 1.

Lotus 72C (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1970.

Depois de 2 meses e 16 dias do oitavo lugar conquistado na sua estréia na Fórmula 1 com o Lotus 49C no GP da Inglaterra, o jovem piloto Emerson Fittipaldi, então com 23 anos, colocava definitivamente seu nome e do Brasil no universo da elite do automobilismo mundial ao vencer, no dia 4 de Ourtubro de 1970, o Grande Prêmio dos Estados Unidos disputado no circuíto de Watkins Glen, estado de Nova York.

A história desta corrida começa bem antes mesmo da ida dos carros da mais importante categoria do automobilismo mundial para o continente norte-americano, onde seriam disputados os GPs do Canadá, Estados Unidos e México, os três últimos da temporada.

Nas semanas que antecederam o GP dos Estados Unidos, Emerson passava pelo sofrimento de ter perdido repentinamente seu companheiro na equipe Lotus, o austríaco Jochen Rindt, durante os treinos de classificação para o GP da Itália em Monza, e angustiado por não saber qual seria seu futuro na categoria, uma vez que Colin Chapman, chefe da equipe, não havia definido qual seria o substituto de Rindt na equipe.

A Lotus, em luto pela morte de seu piloto número um, retirou-se do GP da Itália e não havia participado do GP do Canadá, a primeira das três provas na américa.

O convite, e o alívio, surgiu uma semana antes da realização do GP norte-americano quando o próprio Colin Chapman fez a proposta a Emerson para ser o primeiro piloto da equipe (com contrato assinado e tudo): "Quero que você seja meu piloto número um. Vá para os Estados Unidos, faça uma boa corrida, dirija discretamente e termine a prova. Vamos começar do zero em 1971".

Emerson, com apenas 3 provas de Fórmula 1 na carreira, tinha a responsabilidade de liderar a equipe que ponteava o campeonato de construtores e que via este título também ameaçado pela Ferrari.

Seria a primeira prova de Emerson com o Lotus 72C vermelho, branco e dourado, o mesmo carro do principal piloto da equipe.

A corrida:

Largando em terceiro no grid, atrás do pole Jacky Ickx (Ferrari) e Jackie Stewart (Tyrrell), Emerson teve muita dificuldade para controlar seu Lotus 72C nº 24 debaixo de chuva porque, ao contrário dos outros pilotos, ele decidiu iniciar a prova com pneus para pista seca. Como resultado, perdeu várias posições e caiu para o oitavo lugar ainda na primeira volta.

Mais tarde, com a pista já secando, foi recuperando pouco a pouco as posições, sendo beneficiado também pelas paradas de Clay Regazzoni (Ferrari) e Chris Amon (March) para a troca de pneus, subindo para o quarto lugar na 47ª volta, tendo o mexicano Pedro Rodríguez (BRM) logo à sua frente.

Na volta 56, Emerson ganha mais uma posição com a parada de Ickx por causa de um problema na injeção de combustível. O piloto belga voltou à pista na 12ª posição, praticamente sem chances de garantir a pontuação necessária para continuar na disputa pelo título da temporada. A partir daí, Emerson precisou apenas administrar sua prova de modo a não permitir uma provável vitória de Ickx. Faltando oito voltas para o final, foi a vez do líder Rodríguez se dirigir aos boxes para reabastecimento, cedendo lugar ao piloto brasileiro, que recebe a bandeirada da vitória com trinta e seis segundos de vantagem sobre Rodríguez e seu BRM.

"Eu assumi a liderança e, ao cruzar a linha de chegada, vi pela primeira vez o Colin pulando e jogando seu boné para o alto, algo que eu já tinha visto ele fazer para Jim Clark, Graham Hill e Jochen. E então disse a mim mesmo: Ele está fazendo isso para mim! Eu venci a corrida! Venci o Grande Prêmio dos Estados Unidos! Foi inacreditável."

Para Emerson, a corrida teve um sabor especial não apenas pela vitória em si. É que, ao vencer a prova, Emerson garantiu também o título a Jochen Rindt, que nesse dia passou a ser o primeiro e único campeão post-mortem na história da Fórmula 1.

Lotus 72D (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1971.

Em 1971 Emerson não venceu nenhuma corrida e teve que se contentar com o papel de coadjuvante da temporada.

Num ano marcado por várias quebras (GPs da África do Sul, Espanha e Alemanha), um quinto lugar no Grande Prêmio de Mônaco, dois terceiros (França e Inglaterra) e um segundo lugar na Áustria, o brasileiro termina o campeonato na 6ª colocação com 16 pontos.

Emerson utilizou o Lotus 72C do ano anterior apenas nos dois primeiros GPs (África do Sul e Espanha) e o Lotus 72 versão D no restante da temporada.

Lotus 56B Turbine (Pratt & Whitney) - World Wide Racing - GP de Monza.
No Grade Prêmio da Itália em Monza Emerson utilizou Lotus 56B Turbina (dourado e preto) de numeral 5 chegando na 8ª colocação. Para saber mais deste carro clique aqui.

Lotus 56B Turbine (Pratt & Whitney) - Gold Leaf Team Lotus - Brands Hatch.
Nesse mesmo ano Emerson também utilizou o Lotus 56B Turbina em duas corridas extra campeonato, Brands Hatch (Inglaterra) no dia 21 de Março e uma corrida da Fórmula 5000 em Hockenheim (Alemanha) em 12 de Setembro.
Lotus 72D (Ford-Cosworth V8) - 1972

Com o lindo Lotus 72D preto e dourado, patrocínio da John Player Special, Emerson Fittipaldi se tornou o primeiro piloto brasileiro a conquistar, um sonho quase impossível pra nós brasileiros até então, o título de Campeão do Mundo de Fórmula 1 de 1972. Emerson tinha 25 anos de idade e foi o mais jovem piloto a ganhar o campeonato da categoria máxima do automobiliso mundial, marca que viria a ser batida somente em 2005 pelo piloto espanhol Fernando Alonso.

O "Rato", apelido que recebeu aos 14 anos de idade quando ajudava o irmão Wilsinho nas corridas de kart, venceu naquele ano os GPs da Espanha, Bélgica, Inglaterra, Áustria e Itália, foi segundo nos GPs da África do Sul e França e chegou em terceiro do GP de Mônaco terminando a temporada em primeiro lugar no campeonato com 61 pontos.

Lotus 72E (Ford-Cosworth V8) - 1973.

Em 1973 Emerson venceu os GPs da Argentina, Brasil e Espanha, no entanto perdeu o título para o escocês Jackie Stewart da Tyrrell. O sucesso do "Rato" na Fórmula 1 contribuiu fortemente para a entrada do Grande Prêmio do Brasil no calendário oficial da categoria no ano seguinte.

McLaren M23 (Ford-Cosworth V8) - 1974.

Emerson Fittipaldi troca a Lotus pela McLaren em 1974 e a bordo do McLaren M23 vence os GPs do Brasil, Bélgica e Canadá.


McLaren M23B (Ford-Cosworth V8) - 1974

Continuando o ano de 1974 Emerson é segundo nos GPs da Inglaterra e Itália, terceiro na Espanha e Holanda, quarto na Suécia e Estados Unidos e quinto no GP de Mônaco somando 55 pontos (tres pontos a mais que o suíço Clay Regazzoni da Ferrari) e conquistando seu bicampeonato na Fórmula 1.

McLaren M23 (Ford-Cosworth V8) - 1975

Na temporada de 1975 Emerson e o McLaren M23 nº 1, praticamente o mesmo carro do ano anterior, vence os GPs da Argentina e Inglaterra, chega em segundo nos GPs do Brasil, Mônaco, Itália e Estados Unidos e quarto no GP da França somando 45 pontos, 19,5 pontos atrás do austríaco Niki Lauda e sua Ferrari 312T, ficando com o vice-campeonato.

Entre os anos de 1972 e 1975, Emerson participou de 149 GPs (largou em 144), fez 6 poles, subiu ao pódio 35 vezes e venceu 14 Grandes Prêmios conquistando dois campeonatos e dois vice.

Fittipaldi FD04 (Ford-Cosworh V8) - 1976

Para a estréia de Emerson na Copersucar-Fittipaldi em 1976, o engenheiro da equipe Ricardo Divila projetou um novo carro para o bicampeão, o FD04, sem dúvida o carro mais belo da temporada.

No GP Brasil em Interlagos, abertura do campeonato, as coisas parecem ir bem. Emerson é o 5º no grid, um segundo mais rápido que Moco, com Brabham Alfa-Romeo. Larga bem e chega a ocupar o 3º lugar por alguns momentos mas termina a primeira volta em 8º. Daí em diante o motor falha intermitentemente e ele se arrasta até o final, chegando em 13º, a três voltas de Niki Lauda e sua Ferrari, num prenúncio do que seriam os anos seguintes.

Fittipaldi FD04B (Ford-Cosworh V8) - 1976.

O inferno se revela plenamente na África do Sul, o segundo GP da temporada: 22º no grid e 17º na corrida, oito voltas atrasado. O carro, segundo Emerson, tinha uma "completa falta de grip em todos os lugares".

Nas corridas seguintes, fios de esperança e decepção pesada se alternam: 6º lugar no GP de Long Beach (EUA), numa corrida onde apenas dez carros chegaram ao final.
Fittipaldi FD04C (Ford-Cosworh V8) - 1976.

Não consegue se classificar para o GP da Espanha. Em Mônaco, chega em 6º, depois de fazer o 7º tempo na classificação. Abandona nos GPs da Suécia e França. Consegue um novo 6º lugar no GP da Inglaterra e...mais nada.

Termina a temporada em 17º lugar com apenas 3 pontos ganhos. Nem no ano de sua estréia na Fórmula 1, Emerson fez tão pouco assim.

Fittipaldi FD04 (Ford-Cosworh V8) - 1977.

Em 1977 o prata da Copersucar-Fittipaldi, por algum motivo, é trocado pelo amarelo. O novo projetista da equipe, o inglês David Baldwin, desenha o F5 (sem o D de Divila que saíra da equipe), um carro de aparência pesada, que Wilsinho testa em Interlagos.

Fittipaldi F5 (Ford-Cosworh V8) - 1977.
Correndo ainda com o FD04, as primeiras corridas da temporada são promissoras, Emerson consegue dois 4ºs lugares nos GPs da Argentina e Brasil e um 5º lugar em Long Beach (EUA).





Fittipaldi F5B (Ford-Cosworh V8) - 1977.
O novo modelo F5 estréia na Bélgica e a equipe volta a rotina: nas dez corridas seguintes, apenas um 4º lugar no GP da Holanda. No GP da Alemanha Emerson não consegue se classificar pela segunda vez em sua carreira e haveria uma terceira.




Fittipaldi F5C (Ford-Cosworh V8) - 1977.

Em Monza no GP da Itália Emerson novamente não se classifica.A situação está tão deteriorada que no GP dos EUA em Watkins Glen, Emerson volta a utilizar o FD04.




Fittipaldi F5A (Ford-Cosworh V8) - 1978.
Em 1978 Emerson e a Equipe Fittipaldi viveram seu melhor momento na Fórmula 1.

O modelo F5 do ano anterior havia sido revisado por Giácomo Caliri, que melhorou bastante a aerodinâmica e outras áreas do carro e a Goodyear, que estava sendo ameaçada pela concorrente Michelin, passou a fornecer bons pneus à equipe.

 O novo modelo, denominado F5A, tornou-se muito mais competitivo e permitiu que Emerson alcançasse excelentes posições durante a temporada.

Seus melhores resultados foram um 2º lugar no GP do Brasil, 4º nos GPs da Alemanha e Áustria, 5º nos GPs da Holanda e Estados Unidos (Oeste) e 6º no GP da Suécia.

Fittipaldi F5 (Ford-Cosworh V8) - 1979.
Emerson terminou o ano em 9º lugar no Campeonato Mundial de Pilotos com 17 pontos e a Fittipaldi em 7º lugar no Mundial de Construtores, à frente de tradicionais marcas como McLaren, Williams, Renault e Arrows.

Curiosidade:
Era normal naquele tempo serem realizados GPs extra-campeonato, eram corridas comemorativas ou promocionais, e uma destas corridas era a famosa Corrida dos Campeões, realizada no circuíto de Silverstone (Inglaterra), e foi justamente nesta corrida, e debaixo de chuva, que o F5A conquistou novamente um excelente 2º lugar, atrás somente 1,08 segundos do vencedor Keke Rosberg (Theodore TR01)...que 2 anos depois seria o 2º piloto da Equipe Fittipaldi.

Fittipaldi F6 (Ford-Cosworh V8) - 1979.
Grandes esperanças para o campeonato de 1979 mas...
Sucessor do F5A, o melhor entre os carros da equipe Copersucar, o F6 custou muito dinheiro e impressionou pela elegância das formas e refinamento da construção. Mas Emerson percebeu que havia alguma coisa de muito errada no projeto logo nas primeiras voltas que deu com o carro em dezembro de 1978, em Interlagos. Numa das primeiras vezes que entrou mais forte na Curva 1, quase perdeu o controle do carro, que guinou com violência para a esquerda, reagindo desproporcionalmente ao movimento do volante. "Você não está acostumado com os carros-asa", explicou-lhe o engenheiro projetista do F6, o australiano Ralph Bellamy, um dos criadores dos Lotus 78 e 79. A era do efeito-solo estava em alta em 1979 e após chegar em 6º no GP da Argentina (o primeiro GP da temporada) ainda com o F5A, Emerson apareceu nos treinos para o GP do Brasil com o primeiro "carro-asa" com efeito-solo da equipe, o Copersucar-Fittipaldi F6. Mas o carro não evoluiu. Não correu no Brasil (foi substituído pelo F5A) e, depois de uma única corrida na África do Sul onde chegou em 13º, foi abandonado, tendo Emerson voltado a pilotar o F5A.

Fittipaldi F6A (Ford-Cosworh V8) - 1979.
O F6 era um carro lindo, mas infelizmente o modelo apresentou-se muito flexível com sua estrutura extremamente maleável. O carro já nasceu errado...Por causa disso foi substituído pelo velho e confiável F5A mas sem chances de conquistar boas colocações perante os carros-asa. O brasileiro Alex Dias Ribeiro foi convidado por Wilsinho para correr o GP de Ímola (Itália), teve um pneu furado e abandonou com quebra de câmbio. Foi a última prova do F5A na Fórmula 1.
O F6 foi modificado profundamente e transformado em F6A que estreou no GP da Alemanha, mas também foi um fiasco até o fim da temporada. Já com o F6A, Alex não se classificou para os GPs do Canadá e EUA.
Emerson ficou em 21º e último lugar no campeonato, com um único ponto...conquistado com o F5A.
No final do ano a Copersucar retirava o apoio à equipe.

Wilsinho Fittipaldi: "O F6 foi a nossa cruz!".


Fittipaldi F7 (Ford-Cosworh V8) - 1980.
Em 1980 a Fittipaldi Automotive adquiri a Wolf que estava abandonando a Fórmula 1, o que incluiu o projeto do futuro F8, assinado por Harvvey Postlethwaite.

A temporada de 80 é iniciada com os carros Wolf de 79, batizados F7, pintados nas cores da equipe patrocinada agora pela Cervejaria Skol.

Foi uma boa compra, não só pela melhora das instalações e dos caminhões-trailers e pelos motores a mais, mas principalmente pelo pessoal técnico que passou a trabalhar com a Fittipaldi. Migraram o projetista Harvey Postlethwaite, o diretor técnico Peter Warr (ex Lotus), mecânicos experientes e o estagiário Adrian Newey, estudante laureado no famoso Empire College, um instituto de engenharia e aerodinâmica. É o mesmo Newey que trabalhava como engenheiro da McLaren, e que foi elevado à categoria de gênio por projetar os Williams e McLaren campeões na década de 1990 e hoje do RB6 e RB7 da Red Bull Racing, carros campeões de 2010 e 2011.

O espólio da Wolf incluiu também um jovem e promissor piloto finlandês, Keke Rosberg, que revela-se imediatamente muito rápido. No GP da Argentina, por exemplo, é quase três segundos mais veloz que Emerson no grid e leva o carro ao 3º lugar.

Fittipaldi F7 (Ford-Cosworh V8) - 1980.
Há um novo e breve dia glorioso, quando Emerson sobe ao pódio em Long Beach, depois de largar em último lugar. É o tipo da corrida que dignifica um campeão. Nelson Piquet foi o vencedor da prova e Emerson festeja com ele no pódio da mesma maneira fraternal com que comemorou com Moco no GP do Brasil em 1975. Os sentimentos daquela época estavam um pouco enferrujados pelos problemas dos últimos anos mas ainda existiam.

No resto do ano, tudo o que Emerson consegue é um 6º lugar em Mônaco, terminando o campeonato na 15ª posição com apenas 5 pontos.

Para Emerson é o ponto final. Suas cinco temporadas com o carro da família tinha lhe rendido um total de 37 pontos, 28 dos quais obtidos em 1977 e 1978, contra 216 obtido em 1972 e 1975.

Emerson Fittipaldi na Fórmula 1:
  • De 1970 a 1980
  • GPs disputados: 144
  • Vitórias: 14
  • Pódios: 35
  • Pole-positions: 6 (esteve 16 vezes na primeira fila)
  • Voltas mais rápidas: 6
  • Bicampeão (1972 e 1974)
  • Liderou 478 voltas em 18 GPs.

Termina aqui a série "Os F1 do Emerson".

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